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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

40 anos sobre a faixa de segurança mais famosa do mundo

Abbey Road, um clássico dos Beatles e seus mitos






Londres festejou os 40 anos do último disco que os Beatles
gravaram em estúdio. Abbey Road foi um dos discos
mais ambiciosos e mítico da carreira dos Beatles.
A rua foi tomada por fãs interropendo o fluxo
de automóveis e dos doubledeckers,
os famosos ônibus de dois andares.
Desde o ano de 1969, o faixa de segurança para
a estação de metrô de St. John´s Wood é um lugar
de pergrinação tão freqüentado como qualquer gruta
ou lugar sagrado do mundo. Foi exatamente
no dia 8 de agosto deste ano que os Beatles decidiram
produzir a foto para a capa do disco que levaria
o nome da rua e do estúdio no qual o disco foi gravado.
Ainda que o disco Let It Be tenha sido lançado um ano
mais tarde, havia sido gravado antes do Abbey Road.
Neste dia, John, Paul, George e Ringo se juntaram
cedo, pela manhã, para fazer as fotos sem o que os fãs
tenham podido ver. A fotógrafa foi Lain McMillian.
O disco ia se chamar Everest mas a banda decidiu
que seria mais fácil uma fotografia na porta
do estúdio do que no Himalaia.
Hoje, 40 anos depois, fãs de todo mundo tentam
imitar as posições de cada um dos Beatles
num vai-e-vem frenético, todos os
dias do ano, que deixam de mau-humor os londrinos.
No sábado passado, uma multidão de admiradores
munidos de vinís, disfarces e câmeras fotográficas se
reuniu para recordar a imagem na qual John Lennon
vai na frente com a mãos no bolso e traje branco.
As teorias de conspiração sustentam que o o
detalhe da imagem de Paul McCartney, que vai descalço,
com um cigarro na mão, foi feita por um sósia.
Entre as 17 canções, o disco tem jóias como Come Together,
escrita por John Lennon para o político Timothy Leary,
que estava se candidatando a governador da California.
Something, composta por George Harrison,
havia sido oferecida originalmente a Joe Cocker, mas os Beatles
acabaram gravando para o disco.
Desde sempre, muitos covers da capa do
Abbey Road foram feitos.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ESCULTURA ERÓTICA

Autodidata, nascido em 1951, Dominique Regnier,
francês, foi durante muitos anos
fotógrafo de publicidade na indústria
automobilística nos arredores de Paris.
Retirou-se da carreira e há quase
uma década que se dedica de corpo e alma à escultura feminina.
Pretende acima de tudo transmitir um erotismo extremo por meio de materiais
incomuns para este tipo de trabalho, prestando especial atenção
aos detalhes voluptuosos da mulher.
A sua matéria prima é váriada, indo deste o mármore, granito e bronze,
até diversas madeiras como a nogueira, freixo, azevinho e ébano.
Os seus trabalhos vão além da utilização de material solto,
recorrendo por vezes a árvores mortas ainda enraizadas
e fixas no local final onde ficará a escultura.
No seu site, além de muitas mais imagens,
poderão ainda ver a forma como Dominique trabalha,
recorrendo por vezes a modelos.
A carga erótica das esculturas é inegável e ousada.

Clique nas fotografias para ver as versões ampliadas.










Site do artista: Dominique Regnier

quinta-feira, 9 de julho de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Grife de detentos na Alemanha vira cult

Os detentos embalam produtos da linha 'Santa Fu',
como é conhecida popularmente a penitenciária
Fuhlsbüttel, de Hamburgo. Este jogo de memória,
Tatoo, mostra fotos de tatuagens dos corpos dos próprios detentos.


O jogo Alarm! funciona como um ludo ao contrário.
Quem vence não é quem chega primeiro
ao objetivo, mas quem salta mais rápido do tabuleiro,
que representa uma prisão.
A grife 'Santa Fu' já é considerada 'cult' pela imprensa alemã.

A coleção inclui não só jogos, mas também roupas,
toalhas, livros e acessórios. Ela tem na irreverência
sua marca principal. Os artigos são inusitados
contam sempre com um toque sarcástico.
A iniciativa do presídio alemão funciona
como um incentivo para a reabilitação dos presos.
Parte da renda obtida com a venda dos produtos
é destinada a uma entidade de assistência
a vítimas de crimes.
As camisetas e bottoms trazem palavras como
'culpado', 'inocente', 'perpétua' ou apenas estampas
lembrando grades. Os produtos da 'Santa Fu' são oferecidos
sob o slogan promocional 'mercadorias quentes da cadeia'.

Até agora, o projeto já vendeu mais
de 17 mil produtos, faturando quase 300 mil euros,
por meiodos cerca de 40 pontos de venda
distribuídos em algumas cidades alemãs.
Também são vendidos pela internet.

Uma das receitas mais curiosas do livro
Huhn in Handschellen (Galinha de Algemas)
é de 'espaguete com peixe torturado',
em que o principal ingrediente é arenque enlatado.
Os pratos foram criados pelos presidiários.

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Vários artigos trazem palavras como 'culpado' e 'perpétua' Batizada com o nome com o qual a penitenciária Fuhlsbüttel, de Hamburgo, norte da Alemanha, é conhecida mais popularmente, a linha “Santa Fu” traz produtos criados, manufaturados e embalados pelos detentos de uma das cadeias mais famosas do país. Comercializada sob o lema "mercadorias quentes da cadeia”, a grife já é considerada “cult” pela imprensa local. A coleção inclui não só roupas, como jogos, toalhas, livros e outros acessórios e tem na irreverência sua marca principal. Os artigos são inusitados e contam sempre com um toque sarcástico de humor. O boné da Santa Fu traz a logomarca da grife, quatro traços cortados por um quinto risco. Um símbolo que, no imaginário popular, lembra o método com que presos contariam os dias passados atrás das grades.
Já o jogo da memória “Tatoo” mostra fotos de tatuagens dos corpos dos próprios detentos. As camisetas e bótons trazem palavras como “culpado”, “inocente”, “perpétua” ou apenas estampas lembrando grades. O jogo “Alarm!” (alarme), funciona como um Ludo ao contrário. Quem vence não é quem chega primeiro ao objetivo, mas quem salta mais rápido do tabuleiro, que representa uma prisão. No livro de culinária “Huhn in Handschellen” ("Galinha Algemada"), uma das receitas mais curiosas criadas pelos presidiários é a do “espaguete com peixe torturado”, com arenque enlatado como ingrediente principal. A grife tem também produtos de beleza, como o set masculino para higiene pessoal “Bleib sauber” ("Fique Limpo"). Realizado há dois anos pela instituição carcerária, em parceria com agências de publicidade e marketing, o projeto foi premiado com o selo “Alemanha, país das idéias”, um reconhecimento do governo alemão a empreendimentos inovadores no país. A iniciativa chama atenção não só pela originalidade, mas também por contribuir para incentivar a reabilitação dos presos auxiliando, ao mesmo tempo, outros projetos de cunho filantrópico. Parte da renda é destinada a uma entidade de assistência a vítimas de crimes. Até agora, o projeto já vendeu mais de 17 mil produtos, faturando quase 300 mil euros, através dos cerca de 40 pontos de vendas distribuídos em algumas cidades alemãs e pela página de internet da iniciativa (http://www.santa-fu.de/).
Via BBC